O que eu sei é que ouvi falar na ideia: Um grupo que firmasse encontros semanais para estudar a linguagem do corpo e da fala, da poesia e do gesto. Achei super bacana, o que não é difícil, convenhamos. Enfim, correu um tempinho que de tão rápido nem vi passar e quando ouvi novamente falar na Zaratrupe ela já não era mais uma ideia. Estava acontecendo e tanto que já tinham marcada uma apresentação
no Sesc, uma intervenção com dança. Eu não estava lá mas sei do êxito pois esta mostra trouxe o convite de prepararem um novo espetáculo que se encaixasse no tema Biodiversidade em foco do Sesc Rio. Desta vez algo bem mais sério, no teatro, com iluminação, cortina e tudo mais.
Mostrando para que veio, a trupe escreveu e ensaiou em pouquíssimo tempo uma peça teatral, intitulada “O Canto do Sofrer”. Ela retrata de forma emocionante, poética e ao mesmo tempo direta problemas cotidianos de nossa sociedade – a água em escassez, rotina de muitos brasileiros nordestinos que vivem a miséria de não a ter nem para beber, e também em excesso, como vimos no começo do ano acontecer não somente em Niterói mas em tantas outras cidades vítimas das tragédias provocadas pelas chuvas. Entra também na história a produção desenfreada de lixo, oriundo do consumo excessivo e da falta de organização da sociedade que parece enxergar na lixeira um buraco negro, destino oculto e fantasiosamente derradeiro para o que não tem mais serventia. Fica claro no espetáculo qual é o destino do lixo que produzimos e o que ele pode gerar.
A peça foi apresentada no teatro do Sesc Niterói para crianças da rede pública de ensino, que puderam ver através do viés da arte uma bonita mensagem para o despertar da consciência não só ecológica como é o discurso em voga, mas também humana.
Em entrevista a Zaratrupe diz que passado esse primeiro momento onde o grupo estava ainda surgindo e assentando as idéias, a hora agora é de estudo, muita leitura, dinâmica e ensaio para que cada vez mais e melhor possam expressar tudo que quiserem dizer.
É bom saber que Niterói, cada vez mais fervente de pensamento e juventude tenha produzido um grupo tão bacana que em pouco tempo já fez algo tão bonito e que tem muito ainda pra fazer. Nossa cidade tem uma galera muito boa, cheia de vontade e ideias. Vamos nos unir, nos encontrar e dar uma cara nova para esse mundo de caminhos tortos! Viva a arte e a cultura, viva o pensamento!
no Sesc, uma intervenção com dança. Eu não estava lá mas sei do êxito pois esta mostra trouxe o convite de prepararem um novo espetáculo que se encaixasse no tema Biodiversidade em foco do Sesc Rio. Desta vez algo bem mais sério, no teatro, com iluminação, cortina e tudo mais.Mostrando para que veio, a trupe escreveu e ensaiou em pouquíssimo tempo uma peça teatral, intitulada “O Canto do Sofrer”. Ela retrata de forma emocionante, poética e ao mesmo tempo direta problemas cotidianos de nossa sociedade – a água em escassez, rotina de muitos brasileiros nordestinos que vivem a miséria de não a ter nem para beber, e também em excesso, como vimos no começo do ano acontecer não somente em Niterói mas em tantas outras cidades vítimas das tragédias provocadas pelas chuvas. Entra também na história a produção desenfreada de lixo, oriundo do consumo excessivo e da falta de organização da sociedade que parece enxergar na lixeira um buraco negro, destino oculto e fantasiosamente derradeiro para o que não tem mais serventia. Fica claro no espetáculo qual é o destino do lixo que produzimos e o que ele pode gerar.

A peça foi apresentada no teatro do Sesc Niterói para crianças da rede pública de ensino, que puderam ver através do viés da arte uma bonita mensagem para o despertar da consciência não só ecológica como é o discurso em voga, mas também humana.
Em entrevista a Zaratrupe diz que passado esse primeiro momento onde o grupo estava ainda surgindo e assentando as idéias, a hora agora é de estudo, muita leitura, dinâmica e ensaio para que cada vez mais e melhor possam expressar tudo que quiserem dizer.

É bom saber que Niterói, cada vez mais fervente de pensamento e juventude tenha produzido um grupo tão bacana que em pouco tempo já fez algo tão bonito e que tem muito ainda pra fazer. Nossa cidade tem uma galera muito boa, cheia de vontade e ideias. Vamos nos unir, nos encontrar e dar uma cara nova para esse mundo de caminhos tortos! Viva a arte e a cultura, viva o pensamento!
Zaraaaaa... Trupeeeeee!
Miguelito Fortunato


