São irreverentes, inquietos, insubordinados, sua maioria está entrando no mercado de trabalho, são bastante ambiciosos, sabem trabalhar cooperativamente, se familiarizam rápido com novas tecnologias, realizam múltiplas funções ao mesmo tempo, tem facilidade
de comunicação, são preocupados com questões sociais e ambientais, tem menos de 30 anos e possivelmente está sentado lendo essa matéria agora.
quem é essa geração?
Geração Y é um conceito sociológico que se refere, segundo alguns autores, aos indivíduos nascidos entre 1978 e meados da decada de 90. São sucessores da geração X(geração de seus pais) e antecedem a geração Z(os pimpolhos digitalizados). São os emergentes trabalhadores que estão oferecendo sua mão-de-obra na sociedade atual, e que já estam causando uma silenciosa revolução, sem estardalhaços e bandeiras, como os movimentos da decada de 60 e de 70, mas com força igual ou maior em questões de transformações. São os difusores das tecnologias digitais e das revolucionárias mídias sociais. Eles sabem se localizar dentro do acelerado desenvolvimento digital e encontrar o seu espaço. Foram concebidos no surgimento da era digital, democrática e da ruptura da família tradicional. "Tudo é possível para esses jovens", diz Anderson Sant'Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom Cabral. "Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez coisas ao mesmo tempo."
como se relacionam com o trabalho?
Querem um trabalho que seja flexível, opções de trabalhar em casa pelo computador e a possibilidade de serviço de meio período ou de deixar a força de trabalho temporariamente, quando as crianças estão na prioridade. Suas vidas individuas são suas prioridades inquestionáveis, adequando o seu trabalho as suas vidas, e não ao contrário. Buscam fazer da sua atuação profissional uma ferramenta que ajude na transformação do mundo como se encontra hoje. Quando trabalham fora de casa, encontram conflitos em seu ambiente de trabalho, pois não se adequam facilmente aos padrões de vestimenta formal nem a ordenações hierárquicas convencionais e verticalizadas . Não é raro sua transitoriedade, pulando de um emprego para o outro. "Descobrimos que eles não são revoltados e têm valores éticos muito fortes, priorizam o aprendizado e as relações humanas", diz Miriam. "Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas." Buscam ter liberdade no trabalho, e se desmotivam se não conseguem enxergar o sentido do que estão fazendo. Gostam muito de viajar e são ricos de experiências pessoais. Muitas vezes tem dificuldade de lidar com pessoas de outras gerações, que se vêem competitivamente e não cooperativamente, valorizando cada habilidade pessoal, e como elas se somam ao coletivo. Muitas vezes assumem rapidamente cargos de responsabilidade e comandam equipes de pessoas mais velhas, quando não, costumam tratar seus superiores como colegas de turma. Costumam respeita-los, mas não cedem de uma hora para outra, pois não vê as relações por hierarquias. Querem receber dos chefes oportunidade de aprendizado, chances para melhorar o que fazem, ganhar confiança e responsabilidade. A pesquisadora do Hay Group diz que 20% dos jovens com menos de 30 anos que trabalham nas empresas brasileiras já ocupam cargos de liderança.
em resumo
Essa é a geração que estáassumindo as responsabilidades na sociedade atual, e que será cobrada pela geração "Z", então camaradas, seja dessa geração ou não, temos que botar a mão na massa pra fazer alguma coisa pelo mundo, pois ele está precisando. Não será nada fácil, mas juntos somos muito mais.
Thiago José
fontes:
-Google
-revista Galileu
-toptalent
-bernabauer.com
de comunicação, são preocupados com questões sociais e ambientais, tem menos de 30 anos e possivelmente está sentado lendo essa matéria agora.quem é essa geração?
Geração Y é um conceito sociológico que se refere, segundo alguns autores, aos indivíduos nascidos entre 1978 e meados da decada de 90. São sucessores da geração X(geração de seus pais) e antecedem a geração Z(os pimpolhos digitalizados). São os emergentes trabalhadores que estão oferecendo sua mão-de-obra na sociedade atual, e que já estam causando uma silenciosa revolução, sem estardalhaços e bandeiras, como os movimentos da decada de 60 e de 70, mas com força igual ou maior em questões de transformações. São os difusores das tecnologias digitais e das revolucionárias mídias sociais. Eles sabem se localizar dentro do acelerado desenvolvimento digital e encontrar o seu espaço. Foram concebidos no surgimento da era digital, democrática e da ruptura da família tradicional. "Tudo é possível para esses jovens", diz Anderson Sant'Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom Cabral. "Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez coisas ao mesmo tempo."
como se relacionam com o trabalho?
Querem um trabalho que seja flexível, opções de trabalhar em casa pelo computador e a possibilidade de serviço de meio período ou de deixar a força de trabalho temporariamente, quando as crianças estão na prioridade. Suas vidas individuas são suas prioridades inquestionáveis, adequando o seu trabalho as suas vidas, e não ao contrário. Buscam fazer da sua atuação profissional uma ferramenta que ajude na transformação do mundo como se encontra hoje. Quando trabalham fora de casa, encontram conflitos em seu ambiente de trabalho, pois não se adequam facilmente aos padrões de vestimenta formal nem a ordenações hierárquicas convencionais e verticalizadas . Não é raro sua transitoriedade, pulando de um emprego para o outro. "Descobrimos que eles não são revoltados e têm valores éticos muito fortes, priorizam o aprendizado e as relações humanas", diz Miriam. "Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas." Buscam ter liberdade no trabalho, e se desmotivam se não conseguem enxergar o sentido do que estão fazendo. Gostam muito de viajar e são ricos de experiências pessoais. Muitas vezes tem dificuldade de lidar com pessoas de outras gerações, que se vêem competitivamente e não cooperativamente, valorizando cada habilidade pessoal, e como elas se somam ao coletivo. Muitas vezes assumem rapidamente cargos de responsabilidade e comandam equipes de pessoas mais velhas, quando não, costumam tratar seus superiores como colegas de turma. Costumam respeita-los, mas não cedem de uma hora para outra, pois não vê as relações por hierarquias. Querem receber dos chefes oportunidade de aprendizado, chances para melhorar o que fazem, ganhar confiança e responsabilidade. A pesquisadora do Hay Group diz que 20% dos jovens com menos de 30 anos que trabalham nas empresas brasileiras já ocupam cargos de liderança.
em resumo
Essa é a geração que estáassumindo as responsabilidades na sociedade atual, e que será cobrada pela geração "Z", então camaradas, seja dessa geração ou não, temos que botar a mão na massa pra fazer alguma coisa pelo mundo, pois ele está precisando. Não será nada fácil, mas juntos somos muito mais.
Thiago José
fontes:
-revista Galileu
-toptalent
-bernabauer.com

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